Durante esta semana, estarei estudando um pouco mais sobre a época e o local em que se passa a história, para não passar informções erradas e ter que mudá-las depois. O Prólogo está quase pronto, faltam aguns detalhes da estrutura da cidade, vestimentas e coisas do tipo, mas a parte principal está pronta! E preparem-se para algo nem tanto melancólico... provavelmente nesta sexta-feira.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Introdução
Nunca conseguimos esquecer
completamente as coisas que nos aturdem, e de quando em quando, elas
voltam a nos assombrar. O nosso ser é definido pelos nossos atos,
independente de onde nascemos, independente de nosso clã (ou família,
como é chamado hoje-em-dia), independente também de nossa idade...
A
vida nos ensina, com o tempo, que nossos esforços tornam-se
indiferentes as vezes, e quando fazem grande diferença, em um dia ou em
um ano, tornam-se como grilhões presos aos nossos calcanhares. Pois
vejam só, aquilo que alegra-nos nesta época de nossa vida, assim que
trasforma-se em mera lembrança, causa uma dor de mesma proporção a
alegria outrora existente.
O mais estranho a ser notado, é que com nossa dor e nossos problemas, nos mudamos, em parte, sem perder nossa verdadeira essência, tornando-nos mais dóceis e amáveis, e em alguns casos não tão incomuns, isolados e frios. Apesar disso, ainda assim, nossa tendência é de procurar novamente por alguma luz ou felicidade, após o período de luto...
Por mais melancólica que essa ideia possa parecer, quando não se encontra uma cura para nossa dor e infelicidade, até mesmo a morte pode parecer um alívio. Mas que espécie de alívio pode encontrar alguém incapaz de morrer?
O mais estranho a ser notado, é que com nossa dor e nossos problemas, nos mudamos, em parte, sem perder nossa verdadeira essência, tornando-nos mais dóceis e amáveis, e em alguns casos não tão incomuns, isolados e frios. Apesar disso, ainda assim, nossa tendência é de procurar novamente por alguma luz ou felicidade, após o período de luto...
Por mais melancólica que essa ideia possa parecer, quando não se encontra uma cura para nossa dor e infelicidade, até mesmo a morte pode parecer um alívio. Mas que espécie de alívio pode encontrar alguém incapaz de morrer?
Ponto de vista
Há dois anos atrás, comecei a escrever uma história, uma espécie de script para uma HQ que eu pretendia fazer. A história não estava bem elaborada, era bem clichê, ainda que fosse bastante engraçada. Logo logo eu me cansei e abandonei a história. E somente neste ano achei uma inspiração, por assim dizer, para terminar o que comecei, porém com uma mudança drástica: de comédia para drama. Pode-se dizer que meu ponto de vista sobre o mundo mudou demais, pois já não vejo mais tanta alegria em todo lugar, mas na verdade, minha essência não mudou, o que é difícil de acreditar lenda esta obra obscura e triste. O ponto de vista a ser expressado não é totalmente meu, mas sim da personagem principal, que se encontra no meio de inúmeros problemas. Espero que gostem e ajudem a divulgar, se acharem bom o suficiente para isso!
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